Este blog expõe as idéias do artista Sidiney Breguêdo sobre poesia, literatura, artes plásticas e comportamento humano. Sidiney breguêdo além de artista e poeta é estudante de direito.
domingo, 12 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
Política, todos os dias são dias de política, mas agora acharam de confraternizar. Confundem as aulas do professor Aristóteles, a arte de conviver em paz não é bem assim, não é isso que significa viver em paz. Política é mais que equacionar vontades, é mais que somar forças. Política sem oposição é violência e opressão. Não é diferente de voto sem senso crítico. É, de fato, está acontecendo algo ruim, mas é só uma fase, bons tempos virão para a política brasileira, quando não será necessário dizer ao povo que não venda seu voto, porque o governo não tera leiloado seus ministérios. Estou esperando esse dia.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
DIA DE RASCUNHOS
Tirei o dia para os rascunhos, assim visitei meu baú de rabiscos. Coisa mais legal, pegar aqueles esqueletos incompletos, as poesias meio rabiscadas e por tudo no formato do finalmente. Dizer para eles, agora vocês vivem no mundo da net. Sentir o sorriso de filho que nasce no melhor ninho. Estes rascunhos são bem inocentes, mas às vezes me pergunto: por que não tenho escrito ou desenhado sobre política? A democracia clama para que não brinquemos, o País está tão jogado para as cobras. Bom, isso já é outra história.
domingo, 5 de setembro de 2010
AS LADEIRAS DA NET
Estamos já acima de meados do ano de 2010 e muito ocupado não tenho me dedicado a este espaço como deveria. A net tem suas ladeiras e às vezes falta fôlego. Pretendo em breve postar uns videos que estou produzindo, coisas simples, como algumas imagens onde declamo alguns de meus poemas. Para o apreciador do minimalista trabalho do poeta, acho que isso seja importante. O mundo atual é um mundo de imagens. De certa forma, são tantas as cores, é tão grande o carrossel que tudo se distorce em pensamentos dissociados em páginas da internet. São como estes blogs, todos eles em fila, mas desorganizados. Um blog é uma iniciativa privada sujeita a opinião publica, e quando se começa um, deve-se dar continuidade, pois do outro lado uma pessoa se revolta pela pouca periodicidade. Serve como ferramenta primordial de disciplina, e que conversa na net, tem que ter disciplina. Na verdade, a disciplina é fator prepoderante em qualquer resultado positivo. Vou tentar fazer-me mais presente. Mesmo que a faculdade (estudo Direito) tome o tempo que não tenho, vou procurar trazer sempre uma nova discução para que possamos interagir. Falando em interagir, estou assustado com o mundo moderno, moderno demais. Tudo falido. Tudo caminhando para um ralo enorme onde não se pede ticket, lá se desce direto sabe-se para onde. Todos estamos sendo tragados para o inferno de nós mesmos. Ninguém se importa com ninguém. O hospital, onde deveria existir compaixão e cuidado existe monstros armados com a estupidez humana. A arrogância do homem aflorou, saiu do coração e anda nas ruas. Se alguém pudesse responder o que fizemos do nosso autruísmo científico que deu lugar a nossa pura ignorância já seria alguma coisa. É impensável que a burrice vença a inteligência e os doutores do mundo passem a agir como os bêbados da rua. Acho que ofendi os bêbados, mas entre no hospital, se você ver diferênça daqueles homens (científicos) para os que na esquina te violentam, você ainda tem olhos no coração, a ignorância tomou para si os filhos da ciência. Prefiro, então, me esbagaçar nas ladeiras da net.
sábado, 4 de setembro de 2010
TUAS LÁGRIMAS TAMBÉM SÃO MINHAS
Numa sala pública
Um ventilado macabro,
Estridente, se desalinha,
Quando todos vão para
O almoço.
Vejo os mortos do meu rosto,
Vejo a vida em minha narina
Gritando da moça,
Que bela definha
Dentro do coração poeta,
Suas lágrimas
Também são minhas.
No hospital não tem dias bons,
Com olhos fechados,
Vê-se claro o outro lado,
Onde demônios
Rasgam carne em cirurgias.
Um grito tão pequenininho
Dentro do ouvido
Confessa o que não queria saber:
Suas lágrimas também são minhas.
Mesmo depois de morrer,
Suas lágrimas também
São minhas.
Um ventilado macabro,
Estridente, se desalinha,
Quando todos vão para
O almoço.
Vejo os mortos do meu rosto,
Vejo a vida em minha narina
Gritando da moça,
Que bela definha
Dentro do coração poeta,
Suas lágrimas
Também são minhas.
No hospital não tem dias bons,
Com olhos fechados,
Vê-se claro o outro lado,
Onde demônios
Rasgam carne em cirurgias.
Um grito tão pequenininho
Dentro do ouvido
Confessa o que não queria saber:
Suas lágrimas também são minhas.
Mesmo depois de morrer,
Suas lágrimas também
São minhas.
TUAS LÁGRIMAS TAMBÉM SÃO MINHAS
Numa sala pública
Um ventilado macabro,
Estridente, se desalinha,
Quando todos vão para
O almoço.
Vejo os mortos do meu rosto,
Vejo a vida em minha narina
Gritando da moça,
Que bela definha
Dentro do coração poeta,
Suas lágrimas
Também são minhas.
No hospital não tem dias bons,
Com olhos fechados,
Vê-se claro o outro lado,
Onde demônios
Rasgam carne em cirurgias.
Um grito tão pequenininho
Dentro do ouvido
Confessa o que não queria saber:
Suas lágrimas também são minhas.
Mesmo depois de morrer,
Suas lágrimas também
São minhas.
Um ventilado macabro,
Estridente, se desalinha,
Quando todos vão para
O almoço.
Vejo os mortos do meu rosto,
Vejo a vida em minha narina
Gritando da moça,
Que bela definha
Dentro do coração poeta,
Suas lágrimas
Também são minhas.
No hospital não tem dias bons,
Com olhos fechados,
Vê-se claro o outro lado,
Onde demônios
Rasgam carne em cirurgias.
Um grito tão pequenininho
Dentro do ouvido
Confessa o que não queria saber:
Suas lágrimas também são minhas.
Mesmo depois de morrer,
Suas lágrimas também
São minhas.
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