Numa sala pública
Um ventilado macabro,
Estridente, se desalinha,
Quando todos vão para
O almoço.
Vejo os mortos do meu rosto,
Vejo a vida em minha narina
Gritando da moça,
Que bela definha
Dentro do coração poeta,
Suas lágrimas
Também são minhas.
No hospital não tem dias bons,
Com olhos fechados,
Vê-se claro o outro lado,
Onde demônios
Rasgam carne em cirurgias.
Um grito tão pequenininho
Dentro do ouvido
Confessa o que não queria saber:
Suas lágrimas também são minhas.
Mesmo depois de morrer,
Suas lágrimas também
São minhas.
Este blog expõe as idéias do artista Sidiney Breguêdo sobre poesia, literatura, artes plásticas e comportamento humano. Sidiney breguêdo além de artista e poeta é estudante de direito.
sábado, 4 de setembro de 2010
TUAS LÁGRIMAS TAMBÉM SÃO MINHAS
Numa sala pública
Um ventilado macabro,
Estridente, se desalinha,
Quando todos vão para
O almoço.
Vejo os mortos do meu rosto,
Vejo a vida em minha narina
Gritando da moça,
Que bela definha
Dentro do coração poeta,
Suas lágrimas
Também são minhas.
No hospital não tem dias bons,
Com olhos fechados,
Vê-se claro o outro lado,
Onde demônios
Rasgam carne em cirurgias.
Um grito tão pequenininho
Dentro do ouvido
Confessa o que não queria saber:
Suas lágrimas também são minhas.
Mesmo depois de morrer,
Suas lágrimas também
São minhas.
Um ventilado macabro,
Estridente, se desalinha,
Quando todos vão para
O almoço.
Vejo os mortos do meu rosto,
Vejo a vida em minha narina
Gritando da moça,
Que bela definha
Dentro do coração poeta,
Suas lágrimas
Também são minhas.
No hospital não tem dias bons,
Com olhos fechados,
Vê-se claro o outro lado,
Onde demônios
Rasgam carne em cirurgias.
Um grito tão pequenininho
Dentro do ouvido
Confessa o que não queria saber:
Suas lágrimas também são minhas.
Mesmo depois de morrer,
Suas lágrimas também
São minhas.
domingo, 29 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)




